Meu livro “Chega de culpa” nasceu de muitas leituras espiritualistas e de autoconhecimento, por eu ser uma buscadora desses temas há cerca de 30 anos, focando inúmeras filosofias e religiões, através de livros, palestras, cursos, práticas, filmes e outros meios de comunicação, que passaram, no mínimo, pelo cristianismo, espiritismo, judaísmo, islamismo, hinduísmo, budismo, xamanismos, ioga, meditação, filosofias dos antigos e dos atuais pensadores, kabbalah, ateísmo, gnosticismo, enfim… muitos outros. Desde os pensadores clássicos até os mais contemporâneos.
Tenho imensa e especial gratidão por aqueles que fizeram toda a diferença nesse acontecimento específico da minha vida (em ordem alfabética): Allan Kardec, Francisco Cândido Xavier, Ingrid Cañete, José Carlos De Lucca, Joseph Murphy, Karen Berg, Louise L. Hay, Mahatma Gandhi, Michael Berg, Monja Coen, Osho, Otávio Leal (Dhyan Prem), Sadhguru e Yehuda Berg.
Tantas leituras geraram valiosas inspirações para as ideias que me habitavam sobre os nossos desafios no mundo. De diferentes conceitos, mas perfeitamente entrelaçadas. Aliás, foi justamente esse ponto que me chamou a atenção, o fato de que “se entrelaçam” de um modo realmente incrível.
Tudo foi se conectando dentro da minha mente, como se tivessem vida própria!
Por isso eu resolvi planejar, estruturar e organizar tudo isso, afinal, está no meu sangue fazer isso.
Então, as ideias começaram a surgir do nada, como sementes brotando.
Minha mente borbulhava sem me pedir licença. Eu só trazia para fora de mim todas as palavras interligadas.
Acordada, era só escrever.
Dormindo, levantava para fazer anotações.
Caderno, post it, celular, notebook, o que estivesse mais fácil…
Eu acredito muito nos processos de intuição e de inspiração. A primeira vem do nosso mais íntimo e a segunda vem de conexões do nosso íntimo com os demais seres. Tudo isso é real.
Uma outra hora eu contarei para vocês como o tema “Chega de culpa” foi o escolhido por mim ou me escolheu…