Assim comecei o meu livro, porque entendo que a culpa é uma das emoções mais devastadoras que o ser humano pode carregar. Ela nos, diminui, nos paralisa e nos prende a um ciclo de julgamentos que roubam a nossa energia vital. Mas, quando observada e compreendida, essa mesma culpa pode ser transformada em um caminho de libertação, perdão e consciência.
“Inúmeras batalhas, invisíveis a olho nu, avassalam a humanidade a todo instante.
Com Lerraim não é diferente.
Ao travar uma verdadeira guerra física e espiritual contra a culpa, ela corajosamente resolve compartilhar os seus aprendizados, as suas dores e as suas vitórias sobre essa suposta inimiga.”
Quando abordei o Otávio Leal (Dhyan Prem), para que ele escrevesse o Prefácio do livro, por ser um dos autores que me inspiraram, fiquei muito emocionada com o que ele escreveu. Trago aqui para compartilhar com vocês e os convido a ler o meu livro, porque tenho certeza de que ele trará valiosos “insights” para a sua vida.
“Amado leitor e amada leitora.
Estou escrevendo, nestas linhas, a minha admiração por este trabalho da Cilene.
É notória a sua pesquisa profunda em várias fontes, que envolvem, como exemplos, a kabbalah e os mestres espirituais. Fiquei surpreso de encontrar meu nome diante de grandes mestres. Mas o que importa é perceber que a obra traz uma luz para você, que está tendo a oportunidade de lê-la, com reflexões abordando vários pontos importantíssimos de observarmos no mundo de hoje, para ultrapassarmos as limitações que eles nos oferecem.
Cilene aborda a questão da culpa. Tive um grande mestre, Luiz Antonio Gasparetto, que falava que a culpa faz com que nós nos coloquemos para baixo, nos empurremos ladeira abaixo. Ela faz com que nós nos diminuamos. Então, observá-la e ultrapassá-la, perdoando a nós mesmos e ao próximo, é extremamente importante.
Vivemos em um mundo no qual as pessoas estão o tempo todo procurando culpados. Cada um de nós com um juiz na cabeça, colocando a sentença e a punição, vendo quem é culpado disso, quem é responsável por aquilo, quando, na verdade, é importantíssimo tirarmos esse julgador da nossa cabeça.
Mestre Jesus falava para não julgarmos. Esse também é o convite da Cilene.
Mais uma vez, fica aqui a minha admiração pela escolha do tema, pela abordagem e pelas citações de tantos pensadores, digamos assim, que engrandecem ainda mais a obra.
Fico feliz que a autora publique este livro, trazendo-o para a nossa realidade, a fim de iluminar a todos com a sua escrita amorosa, gentil e profunda, que tanto toca o nosso coração.”