No Capítulo 2 – Chega de culpa, do meu livro Chega de culpa, a personagem Lerraim fala sobre a sua experiência mais marcante, que desencadeou todo o seu processo de busca de autoconhecimento e de ferramentas que a ajudassem a superar as suas questões mais dolorosas. Gosto muito do trecho que coloco a seguir, porque ele mostra o poder que temos dentro de nós mesmos para escolher o que fazer diante dos desafios da nossa vida. Ela escolheu o olhar positivo.
Descobrimos que não estamos no comando, mas que somos parte de um todo, criado para fluir conjuntamente e em harmonia. Mesmo quando, na nossa visão curta, achamos que está tudo dando errado, na verdade está tudo em perfeito equilíbrio, se olharmos de um ângulo mais amplo.
Percebemos que a grande força criadora universal é uma energia poderosíssima, que se chama Amor, única capaz de criar e de sustentar vidas. Nosso grande equívoco é olharmos para o Amor, ainda, como um mero sentimento. E, pior, como um sentimento dos fracos. Somente quando compreendermos que somos fagulhas infinitas desse Amor atingiremos a tão sonhada felicidade incondicional. Basta fazermos a escolha certa e agirmos coerentemente com essa escolha, por meio de um comportamento consciente e responsável, que esse entendimento surgirá dentro de nós. O segredo é que o processo tem o seu início em cada indivíduo, para então ir para o coletivo de um povo e de uma civilização.
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Toda guerra requer estudo, estratégia, planejamento e ação. A guerra contra a culpa precisa de tudo isso.