No Capítulo 3 – Erros, do meu livro Chega de culpa, a personagem Lerraim conta um episódio da sua vida, que ela classificou como sendo um de seus erros. Apresento o início desse capítulo a seguir, para degustarem. Mas ela só entendeu isso depois de muito tempo, porque na época ela não tinha a menor noção e, como decorrência, vivenciou muitos aprendizados. Dentre eles, destaco este: Estejamos preparados para errar. Consideremos isso como algo que sempre pode ocorrer, mas não alimentemos essa visão, para não a incentivar.
Vamos viajar no tempo, voltando para quando Lerraim estava adentrando a juventude. Ainda nos desafios de descobrir quais seriam os seus caminhos do estudo e do trabalho. Queria conquistar a estabilidade financeira, comprar uma casa e um carro. Esse era o seu foco principal.
Foco secundário, mas não menos importante, o conjunto mais do que conhecido, formado por diversão, passeio, viagem, boa música, boa conversa, amigos e namorados. E nesta proporção: quanto mais, melhor.
Se pudéssemos descrever a crença de Lerraim em até cinco palavras, talvez fossem estas: sou o centro do mundo.