No Capítulo 1 – Experienciando, do meu livro Chega de culpa, trago uma reflexão muito importante para você ponderar se agora é ou não a sua hora de “levantar as mangas” e fazer algo concreto e produtivo a respeito das suas culpas.
Nunca sabemos com certeza o quanto conseguimos, de cada experiência, compreender, retificar e plantar melhores sementes, mas isso é algo que não nos cabe fazer. Sós nos cabe ser humanos. […]
O caminho mais fácil seria abandonar-se à autodestruição. Menos trabalho imediato, mais consequências futuras. É natural quando nos deixamos dominar pela impaciência, pela negligência ou pela ociosidade.
A decisão de ir à luta é sempre mais difícil. Requer ação e intenção alinhadas em um mesmo propósito, com total integridade. Muito esforço e muita perseverança no agora, maiores chances de estar plantando um futuro melhor. E o futuro não é algo distante; ele está ali, a distância de um passo no presente. As consequências positivas do devotamento, da dedicação, da paciência e da própria esperança sempre serão colhidas.
Mesmo nos sentindo como um burrico puxando uma carroça de ferro de três andares em uma estrada de lama e pedregulhos repleta de buracos, subidas e descidas, a melhor escolha é prosseguir com determinação. Essa imagem nos lembra, aliás, das inúmeras histórias referenciando esse ser tão forte, humilde e perseverante ao mesmo tempo.